Quando o blog nasceu eu acreditava piamente que quando EU fosse mãe teria repertório além da maternidade. EU não seria monotemática. EU, não!...HA.HA.HA! Tá bom então, né? Daí que, arrotando minha arrogância pré-maternidade, me descubro grávida quando o blog tinha cinco meses. Depois disso foi ladeira virtual abaixo. Fazendo buscas pela internet sobre dicas para grávidas e afins, me deparo com o incrível blog da Mari Zanotto, o famoso Pequeno Guia Prático para Mães Sem Prática. E eu, que sempre detestei os tons pastéis que tingem o período da maternidade e da primeira infância, vi nos posts dela um mundo que destacava a tragicomédia da vida materna em cores vivas e inéditas para mim. Eu acho que devassei o blog dela. Encontrei uma forma muito interessante e cool de maternar. E daí para conhecer outros tantos blogs sobre o mesmo tema foi questão de links!
E agora alguém me diz: como é que se fazia antes da blogosfera materna??? Não sei. E tenho um preconceito meio horrível com mães que NÃO passeiam por esses blogs! #Confesso. Porque é muito conteúdo bom. Muita história real. Muitas verdades ditas. Muita generosidade. Muito filho lindo. Muito conhecimento compartilhado. Muitas dúvidas amparadas. Muitas histórias engraçadas. E muita disposição para ajudar. Virei adepta.
Aqui no blog, compartilho algumas informações sobre o Bernardo, sim. Ele me ajuda a registrar alguns momentos e a compartilhar com quem está longe. Mas a blogosfera materna me ajuda não só com as questões relacionadas ao tema principal. Ela me ajuda a
Hoje, tenho na rotina a visita frequente por alguns blogs queridos. De gente que eu nem conheço pessoalmente. Mas que eu conheço mais intensamente do que muita gente da vida real. E isso é estranhamente legal! E quem encontra tudo isso nunca está sozinha. Eu admiro muitas "celebridades" dos bites maternos, que, quando deixam um comentário por aqui, fazem meu coração palpitar de ansiedade, como uma fã adolescente histérica que ganha um autógrafo do ídolo (coisa que nunca me aconteceu na vida real, diga-se!!). É babaca, mas é verdade!
Também passei a gestar posts mentais (em número muito superior aos publicados. #JURO. Daí a razão pela qual eu ainda sou muito mais legal de conversar ao vivo! Rá). E, como na gestação de um bebê, por aqui, posts também podem levar meses para serem exibidos ao mundo. Também sinto fortes contrações na hora de publicá-los, pois blogar ainda não é algo muito natural e espontâneo pra mim. Há de se fazer alguns exercícios respiratórios dignos de pré-parto. E, apesar disso, não acho que eu consiga mais largar essa vida. Porque blogar é exatamente como a maternidade. A gente só sabe como é bom quando faz parte da classe!
Assim, fazendo toda essa análise, pensei: poxa, meu blog não é SÓ sobre maternidade. Mas depois dela, quem consegue escrever sobre outras coisas? E porque não manter uma atitude mais participativa e encarar minha primeira blogagem coletiva? Então, cá estou, a participar e, quem sabe, sair da fase de recém-nascida pra arriscar uns novos primeiros passos da minha infância na blogosfera!



uma maternidade nada ordinária. adoro aqui. bjão.
ResponderExcluirFicou muito bonitinho esse post, viu, Rê? Eu adorei!
ResponderExcluirbeijos